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História das práticas e das culturas políticas

Docentes

  • Andrea Casa Nova Maia
  • Flávio Gomes
  • Hanna Sonkajärvi
  • Lise Sedrez
  • Marcos Bretas
  • Maria Paula
  • Marieta de Moraes
  • Marta Mega
  • Monica Grin
  • Monica Lima
  • Nuno Fragoso
  • Paulo Fontes
  • Renato Lemos
  • Silvia Correia
  • Vinícius Liebel

Setores Temáticos

H. dos conflitos, dos regimes ditatoriais e autoritarismos

O setor integra docentes que se dedicam ao estudo dos conflitos políticos e bélicos e dos regimes autoritários, privilegiando as reflexões históricas acerca de seus aspectos institucionais, políticos, econômicos, culturais e ideológicos.  Debruçando-se sobre processos históricos violentos – nas suas formas materiais e imateriais, das práticas e do cotidiano –, os integrantes visam dar conta da historicidade dos objetos de pesquisa, englobando diferentes perspectivas historiográficas.

Movimentos sociais e mundos do trabalho: experiência e representações

Este grupo temático tem como área prioritária o estudo das experiências dos/as trabalhadores/as e outros grupos subalternos em diversos períodos históricos. Os complexos processos de formação de identidades são de particular interesse dos pesquisadores do grupo, com especial atenção para a produção das diferenças de classe, raça e gênero e seu papel nas relações sociais de dominação e exploração. Além da história das organizações formais e informais e das ações coletivas, um amplo arco de questões compõem o universo de interesses do grupo temático, incluindo temas como as relações horizontais e verticais de conflito e solidariedade, os processos produtivos, as migrações, o papel dos espaços urbano e rural na conformação de identidades, os modos de vida e experiências cotidianas, as múltiplas dimensões culturais do universo das classes populares, as disputas políticas, as relações entre capital e trabalho, e ainda a atuação dos movimentos sociais na esfera pública e sua interação com as diversas dimensões do Estado. Interessam ainda as variadas maneiras pelas quais os grupos subalternos foram vistos e representados por artistas, intelectuais, autoridades públicas, empresários e outros atores sociais com os quais interagem em sua vida cotidiana.  

História e violência: memória, trauma e políticas do passado

O setor integra docentes que se dedicam ao estudo da presença e do impacto da violência produzida no mundo contemporâneo por eventos tais como o colonialismo moderno, os genocídios, as grandes guerras mundiais, as ditaduras militares e a violência de Estado em diferentes contextos e modalidades. O foco está nos estudos do trauma, da subjetividade, das histórias de vida, dos sentimentos morais, nas suas diversas formas de expressão: testemunhos, depoimentos, cartas, diários, imagens. O setor volta-se também para o estudo das políticas de memória e dos usos do passado, enfocando tanto o Estado, como as associações civis ou os indivíduos, analisando criticamente desde processos históricos de reparação e justiça transicional, como a criação de Comissões de Verdade, às formas mais amplas de (re)conhecimento material e imaterial dos passados violentos.

Patrimônio, Instituições e políticas públicas

Este setor temático estuda a construção histórica de patrimônios e o que estes implicam para a formação de identidades coletivas e para o debate político e social sobre os bens culturais. O conceito é entendido de forma ampla, incluindo patrimônio material ou imaterial/intangível, espaços construídos ou socioambientais. Em torno ao conceito de patrimônio e suas diferentes temporalidades, o setor temático também inclui pesquisas sobre instituições de memória como museus e monumentos, políticas públicas locais, regionais ou globais relacionadas à preservação, disputas sobre o que deve ser lembrado e o que deve ser esquecido, e o papel do Estado, de diferentes instituições,  e dos múltiplos atores da sociedade civil na definição do que é patrimônio.